A psicóloga Elida Carvalho Silva Meyer, de 28 anos, contou que na terça-feira (10), estava preparando o jantar da Valentina junto com a filha. A família mora em Palmas e quando a menina viu a cebola, pediu para pegar. Então a mãe entregou a cebola, mas não esperava esse resultado por conta do cheiro e sabor do legume.
“Ela quis provar a cebola e até chorou querendo experimentar. Acho que por essa fase de explorar o ambiente, o alimento, ela acabou querendo a cebola. Não esperava que iria gostar e ela comeu a cebola normalmente, como se fosse uma maçã, qualquer outra fruta, digamos, gostosa”, disse a mãe.
Essa foi a primeira vez que Valentina comeu cebola crua. Até esse momento, ela só comia como tempero na comida, por isso a surpresa foi maior para os pais.
“Ela nunca havia experimentado cebola dessa forma, em nenhum outro momento. Foi uma experiência única para todo mundo aqui de casa”, brincou Elida.
Desde o início da introdução alimentar, a mãe disse que optou, junto com a pediatra que acompanha a pequena, a utilizar um método em que a criança explora melhor o alimento. Questionada se procurou ajuda médica para saber se poderia ter algum risco em comer cebola crua, a mãe disse que enviou o vídeo para a profissional, e ela disse que a Valentina é uma criança ‘raiz’.
“A pediatra fica ‘encabulada’ porque diz que não é qualquer criança que consegue explorar o alimento, tipo o que a Valentina faz, de querer pegar, querer por na boca. Então a pediatra não orientou nada relacionado a fazer mal de colocar a cebola na boca”, esclareceu.
Pelo cheiro forte e característico, Elida disse que a cebola até deixou um ‘bafinho’ na boca da bebê, mas que logo saiu porque ela faz a higienização indicada.
“Se ela quiser pegar a cebola e quiser experimentar, eu não vou ficar proibindo não, apesar de ficar um cheirinho. Mas nessa idade é muito tranquilo
* Grupo Cidadão 190

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