Assessores próximos de
Jair Bolsonaro temem que o presidente derrotado não consiga concluir o mandato.
A razão é o estado psicológico de Bolsonaro, que, na prática, está afastado da
Presidência desde o dia da eleição.
Pessoas próximas ao presidente descrevem seu estado como “apático” ou “depressivo”. Bolsonaro teve pouquíssimos compromissos públicos nas últimas duas semanas. Não fez suas tradicionais transmissões ao vivo de quinta-feira, um hábito que manteve mesmo quando viajou para o exterior.
A estratégia tem sido considerada um erro. No Planalto, acredita-se que, passado o 15 de novembro, os eleitores do presidente passarão a cobrar presença ou pronunciamento público.
A despeito da impressão de assessores, Bolsonaro e sua equipe não analisaram a possibilidade de ele não concluir o mandato.
GRUPO CIDADÃO 190


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