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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Barganha: acordão de partidos dá sobrevida a Cunha

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Até então defendendo a votação mais célere possível, líderes da antiga oposição (PSDB, DEM e PSB) se juntaram ao Centrão (grupo de 12 partidos liderados por PP, PSD e PTB) e passaram a defender que o pedido de cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) só seja votado após a conclusão do processo de impeachment de Dilma.
Com a unificação do discurso, praticamente todos os líderes da base aliada do presidente em exercício, Michel Temer, na Câmara passam a ter a mesma posição defendida pelo Palácio nos bastidores.
O temor é de que Cunha retalie membros do governo Temer após ser cassado, o que pode vir a prejudicar a votação final do processo de impeachment de Dilma, prevista para o fim de agosto.
O discurso único foi acertado durante café da manhã ontem entre o presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e líderes do Centrão e da antiga oposição. O encontro ocorreu na residência oficial da presidência da Câmara, até semana passada ocupada por Eduardo Cunha. Maia disse a parlamentares que a sessão deve ocorrer entre 12 e 16 de setembro.

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